quinta-feira, 1 de abril de 2010

Estranhos no Ninho- parte I

Bem, hoje começarei a escrever uma série de posts sobre pessoas que se sentem como estranhas no ninho no mundo em que vivemos. Acredito que será bem grande e não tenho previsão de quando vou acabar.
Tratará basicamente de gênios, pessoas comuns, filosofia e uma gama de confusões psicológicas sobre quais eu sempre gostei de escrever.

Começarei introduzindo-os às minhas idéias e concepções baseadas em vários pontos da filosofia para que ao longo da série compreendam melhor o que eu quero dizer.

“É preciso olhar a vida com novos olhos a cada despertar, é preciso amar, sonhar e se auto-revolucionar.”
Isso nos tira da monotoneidade, mas ao mesmo tempo nos isola dos outros, porque a maioria das pessoas nunca vai entender esse não conformismo como lucidez, ou simplismente vai ignorar outros pontos de vistas que não seja conforme o “padrão de vivência” imposto pela sociedade. Então, meu caro, se quiser buscar o conhecimento, abrir os olhos e se aprofundar nele, saiba que isso o trará dores.
No início, seu coração irá parar de pulsar a cada nova verdade descoberta sobre a podridão do ser humano, isso vai corromper sua pureza e quem sabe, poderá até chegar ao mais próximo do seu estado natural segundo Nietzsche- o do sofrimento e dor.

Um comentário:

  1. Para aqueles que não tem um ponto sequer de admiração pela filosofia, é melhor não indicar a equanimidade humana e a etimologia de seus atos, pois não gostariam de saber o quão fracassados são, mesmo tendo um cérebro que pode ser do tamanho do Universo e, erroneamente se considerarem racionais.

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