Tem dias em que eu me sinto como o parasita dentro do coelho, bem rente a pele, acomodado, quentinho e que não se surpreende com mais nada. Há outros em que eu me sinto como o parasita na ponta dos pêlos pronto para desbravar o universo que é a cartola em que o coelho está dentro. Sem preguiça, sem comodismo e com um espírito de uma criança.De qualquer forma, eu sou um parasita. Alegre ou não. Todos são parasitas!
Texto inspirado no romance "O Mundo de Sofia", de Jostein Gaarder. Ótimo pra quem quer aprender mais sobre filosofia, eu recomendo.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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